quinta-feira, 17 de julho de 2014

Castelo de Neuschwanstein - Alemanha

A Alemanha levou a melhor nesta Copa do Mundo! E não é só no futebol que os alemães estão com a bola toda! As paisagens do país também são de encher os olhos!


O castelo de Neuschwanstein, no sul da Baviera, é provavelmente uma das atrações mais fotografadas da Alemanha. Com a construção do castelo, a partir de 1869, Ludwig II uniu elementos do castelo de Wartburg com a simbologia do castelo do Santo Gral, da ópera "Parsifal", de Wagner. Para Ludwig II, o castelo de Neuschwanstein era principalmente um refúgio. Rei da Baviera desde 1864, ele detestava sua residência oficial, a cidade de Munique , uma vez que apenas dois anos mais tarde foi subjugado pela Prússia. Além disso, ele preferia se dedicar às artes. Como não podia mais ser o soberano do seu verdadeiro reino, ele criou o seu próprio mundo encantado. Entre os cômodos representativos, há dois salões. O Salão dos Cantores toma detalhes do salão de cantores e festas do castelo de Wartburg como exemplo para combiná-los em uma sala maior e mais suntuosa que o original – com a diferença de que, aqui, nunca ninguém cantou, nem nada foi festejado

. A sala do trono, com dois andares, arcadas e quinze metros de altura, trem uma ornamentação ofuscante em azul e ouro. Mas o interesse maior de Ludwig II era o "Salão do Santo Gral", que combinava sua paixão pela Idade Média com a técnica mais moderna da época. Mesmo com relação à comida, o rei insistia em suas referências à Idade Média – sua sala de refeições está decorada com motivos do Torneio dos Trovadores de Wartburg, da lenda e ópera de Tannhäuser. Seus aposentos tinham inspiração no gótico e há detalhes fazendo referência a óperas de Wagner, como a pia com uma torneira em forma de cisne, uma homenagem à ópera "Lohengrin". Uma outra atração de Neuschwanstein é a gruta com pequenas cascatas e iluminação colorida, que transmite a ilusão de se estar em uma gruta de estalactite. Vale a pena também dar um passeio até o castelo de Hohenschwangau, que foi reconstruído em 1832 no estilo gótico a partir de ruínas do século XII, ou ao Balneário Romano em Tegelberg.

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ilha de Symi, na Grécia

Symi é uma pequena ilha, 20 ou 30 km a noroeste de Rhodes. Encontrei-a por acaso, quando há uns meses usava o Google Earth para procurar locais de interesse na ilha maior. Gostei do carácter intimista do que vi, das suas casas coloridas, das suas dimensões reduzidas.




Depois, vi que o seu porto era mencionada no “Rough Guide to the Greek Islands” como uma das 10 coisas a não perder. O apetite aguçou-se. Apesar de tudo isto, a visita a Symi esteve na corda bamba até à última da hora. Primeiro porque para lá pernoitar havia que pagar acomodação. Depois, quando finalmente a despesa extra tinha ficado decidida, a marcação de quarto revelou-se uma verdadeira odisseia. Talvez fosse eu que não estivesse habituado aos sinuosos “caminhos” gregos.

Fonte: papaleguas.wordpress.com

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terça-feira, 15 de julho de 2014

Ilha Deserta (ou Barreta) [Parque Natural da Ria Formosa] - Faro, Algarve (Portugal).

A ilha Deserta é uma das mais bem conservadas e menos frequentadas praias do Algarve. É uma área completamente desabitada da ria Formosa. Raro santuário, a ilha Deserta convida à tranquilidade e ao descanso.



Cerca de 10 km de silêncio e sossego caracterizam a ilha Deserta, onde tudo parece encaixar-se perfeitamente entre mundos tão distintos como a terra, o mar e o ar.


O acesso faz-se por mar, a partir do sugestivo cais da Porta do Sol, em Faro. Vale sempre a pena atravessar os labirintos de areia e vasa da ria Formosa e o barco serpenteia por canais e bancos de sapal. Pelo caminho há que prestar atenção às diversas aves que por aqui se alimentam, como os graciosos flamingos.


O cordão dunar mantém preservada a sua vegetação original bem como a capacidade de abrigar fauna, sobretudo aves: borrelhos, garajaus, andorinhas do mar, gaivinas ou chilretas podem aqui nidificar tranquilamente, longe dos predadores naturais.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Castelo de Leiria – Leiria (Portugal).

Monumento emblemático da história da cidade e do país, a configuração actual do castelo de Leiria resulta de quatro grandes períodos interventivos: o Românico do século XII; o Gótico dionisio, da primeira metade do século XIV; Gótico joanino, de inícios do século XV, e as correntes restauradoras de finais do século XIX e primeira metade do século XX.


Pouco sabemos acerca das primeiras obras do castelo. A sua relevância militar, numa zona de transição entre Coimbra e Lisboa, determinou a construção de um dos principais redutos defensivos do tempo de D. Afonso Henriques, mas a verdade é que o que hoje podemos observar é muito mais fruto de campanhas posteriores. A torre de menagem, de robusta secção quadrangular, é disso um exemplo, tendo sido iniciada apenas em 1324, em pleno final de reinado de D. Dinis.

domingo, 13 de julho de 2014

A Catedral de São Basílio - Rússia

Catedral de São Basílio é tão colorida que dá a impressão de ser de brinquedo. Um dos grandes símbolos arquitetônicos da Rússia, a Catedral de São Basílio foi erguida entre 15555 e 1561 em comemoração a vitória dos russos sobre os mongóis com a conquista da cidade de Kazan. O país era comandado pelo rei Ivan, o Terrível, apelido dado devido ao prazer do mandatário em realizar torturas e condenações. O arquiteto responsável pelo projeto, Postnik Yakovlev, foi cego pelo rei para que não reproduzisse obras semelhantes.


O nome da catedral foi escolhido em homenagem ao santo ortodoxo Basílio, um homem excêntrico que marcou a rússia por sua conduta honesta e justa, o que causou comoção no rei temido pelo povo.  Morto em 1552, o santo foi enterrado no local que abriga a catedral, que hoje funciona como Museu Histórico do Estado. Desde 1990, é patrimônio mundial da Unesco.

O estilo arquitetônico único é formado por nove igrejas construídas em uma única base. Elas são unidas por duas galerias, uma exterior e outra interior, que permite acesso a todos os espaços. Na região sudoeste do terreno é possível observar uma torre de sinos construída no século 16.

sábado, 12 de julho de 2014

Chipre, na Turquia

Belas praias, montanhas e colinas: Tudo isso você encontra em Chipre!

O Chipre é uma ilha situada no mar Egeu oriental ao sul da Turquia, cujo território é o mais próximo, seguindo-se a Síria e o Líbano, a leste.

Chipre é a terceira maior ilha do Mediterrâneo e um dos destinos turísticos mais populares na região do Mediterrâneo, atraindo mais de 2,4 milhões de turistas por ano. 


FonteMapaPronta

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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Arribas da Praia de São Pedro de Moel - Marinha Grande (Portugal).

É uma das mais pitorescas praias da costa portuguesa, abrigada numa concha de casario e com excelente localização numa aberta do Pinhal de Leiria, um pouco ao sul da foz da ribeira de Moel. A praia pequena, limitada pelo norte por rochas abruptas, e ao sul por um pequeno ribeiro. Não tem boas condições para a prática de desportos náuticos, pois o mar é geralmente agitado. Praticam-se outros desportos como o voleibol de praia e o ténis. Corre-se e passeia-se de bicicleta ao longo da "Volta dos Cinco".


Junto ao farol pratica-se a pesca desportiva e a submarina, já que a Norte da praia de São Pedro existem rochedos mariscados que atraem diversas espécies de peixes, tais como sargo, robalo, safio e dourada que, a par dos mariscos, são habituais à mesa dos restaurantes de São Pedro de Moel. Os hotéis e a magnífica piscina oceânica sobre a praia são pontos de referência turística. Ao entardecer as esplanadas e um admirável pôr-do-sol anunciam o ambiente elegante, cosmopolita e animado das noites de S. Pedro de Moel.

FontePortugal +
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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Rua de Odeceixe – Odeceixe, Algarve (Portugal)

A vila de Odeceixe localiza-se junto à fronteira com o concelho de Odemira (Baixo Alentejo) e situa-se ao longo de uma colina, junto à Ribeira de Seixe.


As ruas apresentam, na sua maioria, uma reduzida largura, sendo ladeadas por edifícios normalmente caiados de branco.

A principal actividade económica é a agricultura, praticada especialmente nas várzeas da Ribeira de Seixe, sendo as principais culturas a batata-doce, o milho e o amendoim. Outra actividade de monte é a pesca costeira, cujas capturas incluem os sargos, douradas, robalos, e diversas espécies de marisco. A pesca desportiva, junto com as actividades balneares e de natureza, constituem as principais modalidades turísticas nesta freguesia. O artesanato baseia-se, principalmente, nos trabalhos de cabedal e nas rendas.

Em termos de gastronomia, esta região apresenta vários pratos típicos, como a Feijoada à minha maneira, que utilizam produtos agrícolas e piscícolas, reflectindo a forte relação existente estas duas actividades.

Entre os elementos patrimoniais e culturais presentes, contam-se os vários vestígios arqueológicos da Cultura Mirense (um povo de natureza nómada, cujos vestígios datam de 8 a 5 mil anos antes do Nascimento de Cristo), a Igreja Matriz, o Pólo Museológico do Moinho, e o Museu Adega de Odeceixe.

Em termos de património natural, encontra-se no interior do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, que encerra uma riqueza em termos de paisagem, fauna e flora, no interior e na costa.

Fonte: Portugal +


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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Plantação de "Camellia sinensis" da Gorreana – Ilha de São Miguel, Açores (Portugal).

A Fábrica de Chá Gorreana mantém a sua actividade, ininterruptamente, desde 1883 mantendo desde então as tradições originais do oriente e as qualidades ancestrais, há já 5 gerações familiares. Com extensas plantações que se avistam em redor do edifício sede, ali se produz chá preto (variedades Orange Pekoe, Broken Leaf e Pekoe) e verde (Hysson), de qualidade reconhecida.


Para além desta vertente, existe ainda uma outra, de carácter museológico, pois a fábrica continua a utilizar maquinaria do século XIX e inícios do século XX. Aqui também é possível provar as diversas variedades de chá.

A plantação tem 32 hectares e, actualmente, a produção anda à volta das 33 toneladas por ano (mas tem capacidade para 40). A maior fatia da produção destina-se ao consumo da Região, mas há ainda uma parcela para o Continente, para a Alemanha (o país da Europa onde o consumo de chá tem aumentado mais per capita), para os EUA e Canadá, e ainda para a Áustria.

Fonte: Portugal +

terça-feira, 8 de julho de 2014

Castelo de Montemor-o-Velho - Coimbra (Portugal).

O castelo é a maior fortaleza medieval da linha do Mondego e uma das maiores do país. O seu atual aspeto deve-se a uma reforma integral levada a cabo em 1331.


Nesta época construiu-se um Paço para as infantas, edifício sucessivamente transformado até à época manuelina, data da última reforma conhecida. Dessa campanha de Dom Afonso IV data igualmente a Torre de Menagem, rematada por ameias pentagonais, com andar superior rodeado por matacães e mísulas alongadas. Interiormente, conserva-se a Igreja de Santa Maria da Alcáçova, templo gótico do século XIV, com três naves e cabeceira tripartida, que foi alvo de obras de reconstrução manuelina, conduzida pelo arquiteto Marcos Pires. Destacam-se as imagens góticas da Virgem do Ó e Anjo da Anunciação, obras do século XIV, em calcário brando, da autoria de Mestre Pero, bem como para a série de azulejos hispano-árabes de cerca de 1500.

Fonte: Portugal +

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ilha Deserta ou Barreta - Faro, Algarve (Portugal).

A ilha Deserta é uma das mais bem conservadas e menos frequentadas praias do Algarve. É uma área completamente desabitada da ria Formosa. Raro santuário, a ilha Deserta convida à tranquilidade e ao descanso.


Cerca de 10 km de silêncio e sossego caracterizam a ilha Deserta, onde tudo parece encaixar-se perfeitamente entre mundos tão distintos como a terra, o mar e o ar.

O acesso faz-se por mar, a partir do sugestivo cais da Porta do Sol, em Faro. Vale sempre a pena atravessar os labirintos de areia e vasa da ria Formosa e o barco serpenteia por canais e bancos de sapal. Pelo caminho há que prestar atenção às diversas aves que por aqui se alimentam, como os graciosos flamingos.

O cordão dunar mantém preservada a sua vegetação original bem como a capacidade de abrigar fauna, sobretudo aves: borrelhos, garajaus, andorinhas do mar, gaivinas ou chilretas podem aqui nidificar tranquilamente, longe dos predadores naturais.

A partir do porto de embarque é possível fazer um percurso de natureza sobre um passadiço de madeira, construído com sulipas de caminho de ferro. Para nascente a ilha ganha robustez, configurando o cabo de St.ª Maria, o extremo meridional de Portugal Continental.

domingo, 6 de julho de 2014

Praia de Porto Santo - Ilha de Porto Santo, Madeira (Portugal).

O Porto Santo é uma extensa praia de areia com um pouco de ilha a acompanhar. Ao longo dos seus nove quilómetros de suave areia branca, irá encontrar apenas alguns hotéis e restaurantes, fazendo com que o Porto Santo seja um dos poucos destinos europeus ainda por descobrir.


Faz parte do arquipélago português, que inclui a Ilha da Madeira – no Oceano Atlântico, não muito longe da costa africana – o Porto Santo oferece a oportunidade de poder fugir de tudo. As suas areias vulcânicas há já muito tempo reconhecidas pelos seus poderes curativos, para os diversas achaques e doenças.

No entanto a expressão ‘fugir de tudo’, não quer dizer ‘não fazer absolutamente nada’. A ilha ostenta um campo de golfe internacional de primeira qualidade. O interior agreste é ideal para os energéticos caminhantes, ainda existe um clube de hipismo, possibilidade de fazer mergulho, pesca desportiva e muitos outros tipos de diversões estão à sua disposição. Existe um toque curioso na sua história, pois o Porto Santo capital, Vila Baleira serviu de lar, ao nada menos conhecido Cristóvão Colombo. É muito fácil de chegar à ilha, com o ferry, a partir da Madeira, ou de avião até ao seu aeroporto internacional, recentemente ampliado.

Porto Santo é apenas um dos maravilhosos destinos que fazem parte do Guia de Portugal, o qual inclui informação detalhada sobre todos os locais a visitar neste país fascinante.

Fonte: Portugal +

sábado, 5 de julho de 2014

Museu da Marinha – Lisboa (Portugal).

O Museu de Marinha encontra-se instalado nas alas Poente e Norte do Mosteiro dos Jerónimos, complexo arquitectónico que é considerado Património Mundial da UNESCO e Conjunto Monumental de Valor Mundial.


D. Manuel mandou edificá-lo para reunir num único panteão os membros da sua dinastia, celebrar a sua devoção a Nossa Senhora e comemorar a chegada de Vasco da Gama à Índia. Trata-se, portanto, de um símbolo religioso e político. Desde que foi lançada a primeira pedra, em 1501, até à sua conclusão, decorreram quase cem anos. Durante o século XIX, foi sujeito a remodelações e ampliações que lhe deram a configuração actual. Hoje, o monumento representa uma síntese de vários estilos de que se destacam o gótico final, o manuelino e o renascentista.

Fonte: Portugal +

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Paisagem do Pico – Ilha do Pico, Açores (Portugal).

Os dois aspectos paisagísticos mais marcantes da ilha do Pico são a sua montanha majestosamente dominante de qualquer lado de onde seja vista, quer de grande parte da própria ilha, quer do Faial ou de São Jorge, quer ainda as extraordinárias vistas obtidas da montanha; e a existência de currais de vinha (ou vinha e figueira), com canadas e maroiços, em toda a zona baixa litoral da parte Ocidental do Pico, em apertada quadrícula de muretes de pedra seca negra, com enorme peso na história económica da ilha durante quase dois séculos, até meados do século XIX.



A costa do Pico é geralmente baixa, mormente no litoral Ocidental, nas Lajes e em Manhenha, com excepção de dois troços, a Norte e a Sul da ilha, onde se formam encostas muito íngremes a partir das margens do Planalto da Achada, em especial em Terra Alta e Pontas Negras/ Calhau Miúdo, onde surgem mesmo arribas alcantiladas de grande altura.

O clima do Pico não difere do das restantes ilhas, a não ser na menor humidade relativa do ar.
A quantidade de precipitação é bastante variável com a localização relativamente à montanha e com a altitude, sendo a costa Ocidental menos chuvosa e a costa Norte a que regista maiores quedas pluviométricas.

As ribeiras existentes na zona Oriental da ilha são pouco extensas e de regime torrencial, enquanto que na zona Ocidental, com solos muito porosos, não chegam a formar-se cursos de água, apesar das elevadas quedas pluviométricas verificadas na montanha. No extenso planalto central existe cerca de uma dezena de lagoas, geralmente rasas.

Salienta-se que, pela sua maior altitude, o Pico é a única ilha a apresentar vegetação própria acima dos 1100 metros, com elevado número de espécies da Laurissilva húmida e hiper-húmida.

Fonte: Portugal +

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Montanha de Matterhorn, na Suiça

A Europa é repleta de maravilhas! Uma delas é o conjunto de cordilheiras dos Alpes.

O Matterhorn e a Suíça estão inseparavelmente ligados. Essa colossal montanha piramidal, dificílima de escalar, é considerada a mais fotografada do mundo. O Klein-Matterhorn ("Pequeno Matterhorn"), acessível através de um funicular, fica ao lado do Matterhorn.


Praia da Foz do Arelho – Caldas da Rainha (Portugal).

Na confluência da Lagoa de Óbidos com o mar, a Foz do Arelho oferece a possibilidade de escolha entre dois tipos de praia distintos. De um lado a lagoa, um lugar de grande beleza, ideal para as crianças, devido às águas tranquilas, e para a prática de windsurf, beneficiando do vento que normalmente aqui se faz sentir.


Do outro lado, a praia aberta ao mar, batido e sem grandes correntes, oferece ótimas condições para a prática de surf e possui Bandeira Azul, confirmando a qualidade das suas águas.

Fonte: Portugal +

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Praia da Ericeira – Ericeira, Mafra (Portugal).

Sobre falésias e com vista sobre o Atlântico, Ericeira é uma vila de pescadores com um ambiente encantador. Localiza-se na costa ocidental de Portugal, no concelho de Mafra, a cerca de 35 km a noroeste da capital, Lisboa. É um destino popular para turistas, bem como para surfistas devido às 40 praias com excelentes condições para o desporto. Vila de pesca e turismo, com pastelarias, ruas bonitas e igrejas, é animada durante todo o ano por causa de sua proximidade a Lisboa.


Tal como Peniche, as praias de Ericeira apresentam excelentes condições para a prática de surf. A praia da Ribeira das Ilhas, localizada 2 quilómetros a norte da cidade, é considerada um dos melhores spots de surf da Europa e é o local do Campeonato Mundial de surf (Campeonato Surf ASP World Tour). Em 2011, a Ericeira foi escolhida pela organização World Surfing Reserves para ser uma das quatro reservas de surf mundial, juntamente com o Malibu e Santa Cruz, na Califórnia e Manly Beach, na Austrália.

Fonte: Portugal +

Het Steen - Bélgica

A Bélgica é repleta de fortalezas medievais que nos dão a impressão de voltar no tempo! Esta é Het Steen, na cidade de Antuérpia.


Fonte: MalaPronta

terça-feira, 1 de julho de 2014

Cataratas de Santo Angel - Venezuela

A catarata Salto Ángel, localizada no Parque Nacional Canaima, na Venezuela, é a cachoeira mais alta do mundo, reconhecida pelo "Guiness World Records" .


Com 979 metros, o Salto Ángel é mais de 12 vezes mais alto que as Cataratas do Iguaçu, cujas quedas d’água chegam a, no máximo, 80 metros de altura.

Sua queda é tão alta que, apesar do grande volume de água que sai de seu topo, ela é vaporizada antes de chegar ao solo e atinge a base da montanha como uma névoa fina.

Fonte: g1.globo.com

Ilha da Berlenga Grande, Peniche - Portugal .

A ilha da Berlenga Grande, ao largo da costa de Peniche, foi ocupada no início do século XVI por uma comunidade de frades jerónimos que aí edificou o Mosteiro da Misericórdia da Berlenga para auxílio aos náufragos. No entanto os ataques de corso afastaram os frades do arquipélago, e em meados do século XVII D. João IV ordenava a edificação de uma fortaleza na ilha, com o objectivo de reforçar a defesa da cidadela de Peniche. 


Foi então edificado o Forte de São João Baptista, sobre um ilhéu junto à enseada da ilha e a ela ligado por uma ponte de alvenaria. O projecto da fortaleza é atribuído ao engenheiro Mateus do Couto. Em 1666 o Forte da Berlenga foi preponderante para travar o ataque de uma esquadra espanhola, que tinha por objectivo raptar a rainha D. Maria Francisca de Sabóia na sua chegada a Portugal, à época do seu casamento com D. Afonso VI. Depois deste ataque o rei mandou reparar a fortaleza, aumentando o poder de fogo da mesma, como atesta a inscrição na porta de armas. 

Durante as Invasões Francesas, serviu de base a tropas inglesas, tendo sido posteriormente pilhada pelos franceses. Em 1821 D. João VI ordenava um novo restauro da fortaleza, mandando reedificar a capela, anos antes queimada pelas tropas napoleónicas. Foi ainda utilizada durante as Guerras Liberais, servindo de base às tropas de D. Pedro para a conquista da fortaleza de Peniche, ocupada por forças miguelistas. Catorze anos depois foi desartilhada, o que levou ao seu gradual abandono.