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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Ribeira do Maloás - Ilha de Santa Maria, Açores (Portugal).

No leito da Ribeira do Maloás, a cerca de 220 m da sua foz, existe uma queda de água, com cerca de 15 a 20 m de altura, que exibe um extenso afloramento de uma disjunção prismática, ou colunar, em escoada lávica basáltica subaérea do Complexo do Pico Alto. Os prismas, de dimensões decimétricas, no topo e na base da queda de água apresentam-se truncados, segundo um pavimento poligonal do tipo “Calçada de Gigantes”

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Lagoa do Caldeirão do Corvo - Ilha do Corvo, Açores (Portugal).

A Lagoa do Caldeirão localiza-se no chamado Caldeirão do Corvo, no concelho de Vila do Corvo, na ilha do Corvo, nos Açores.


Trata-se de uma lagoa formada no interior da cratera do vulcão que deu origem à ilha, cratera essa que apresenta 3400 metros de perímetro. A lagoa encontra-se a 300 metros de profundidade, contados desde o bordo da cratera até ao mencionado lençol de água. Nela se encontram diversas pequenas ilhas que praticamente a conseguem dividir em lagoas mais pequenas dependendo da pluviosidade.

Encontra-se abrangida pela Zona de Protecção Especial da Costa e Caldeirão da Ilha do Corvo. A atribuição desta classificação procurou preservar toda a área envolvente que é extremamente rica em biodiversidade.

Fonte: Portugal +

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Reserva Natural da Lagoa do Fogo - Ilha de São Miguel, Açores (Portugal).

Situada na maravilhosa e verdejante Ilha de São Miguel, no encantador Arquipélago dos Açores, a Lagoa do Fogo é a segunda maior Lagoa da Ilha de São Miguel, e também a mais alta, classificada desde 1974 como Reserva Natural, tal o seu valor natural e paisagístico.


Ocupando cerca de 1360 hectares, na caldeira de um vulcão adormecido que se terá formado há cerca de 15.000 anos, dando forma ao grande maciço vulcânico da Serra de Água de Pau, a Lagoa do Fogo encanta pela sua beleza natural e dimensão fenomenal, chegando a atingir os 30 metros de profundidade.

Vale a pena conhecer as belezas paisagísticas e naturais desta maravilha natural e da sua caldeira, onde as paredes chegam a atingir desníveis de 300 metros. Existem para o efeito deslumbrantes passeios pedestres, como o Trilho "Lombadas Lagoa do Fogo", onde se pode melhor observar a interessante fauna e flora características deste fenómeno geológico.

Fonte: Portugal +

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Parque Natural dos Caldeirões – Achada, ilha de São Miguel, Açores (Portugal).

O Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões localiza-se ao longo de parte do curso de água da Ribeira dos Caldeirões, na freguesia da Achada concelho do Nordeste, na ilha açoriana de São Miguel.

Este parque natural localiza-se nos declives da Serra da Tronqueira e ocupa parte do curso da Ribeira do Guilherme, ribeira onde também se localiza o Jardim Botânico da Ribeira do Guilherme.


Neste parque natural é possível observar uma abundante e variada flora macaronésica, onde a Laurissilva é dominante e onde se destacam fetos arbóreos de grande porte. Igualmente encontram-se abundantes maciços de hortênsias e criptomerias de grande porte. É de destacar neste parque natural que se prolonga ao longo do curso da ribeira a existência de uma cascata que alimenta com água parte do parque.

O facto de nas suas florestas se encontrar o Priolo associado a variedade vegetal levou à inclusão de parte do parque na Zona de Protecção Especial do Pico da Vara e Ribeira do Guilherme.

Neste parque encontram-se antigos moinhos de água, sendo que num deles se encontra um museu etnográfico. As casas dos moleiro foram transformadas em loja de artesanato e a turismo rural.

Neste espaço existem serviços de cafetaria, um parque de merendas e um parque infantil

Fonte: Portugal +

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Poço da Alagoínha – Fajã Grande e Fajãzinha, Ilha das Flores, Açores (Portugal).

A zona da Fajã Grande - Fajãzinha constitui uma das mais belas paisagens litorais dos Açores. Pela extensa parede verdejante que bordeja esta zona desenvolvem-se quase duas dezenas de imponentes quedas de água, com destaque para a da Ribeira Grande, que se despenha num salto de 300 metros.


Na base da escarpa existem diversas massas de água permanentes, como é o caso do Poço do Bacalhau ou o Poço da Alagoinha, também conhecido como Lagoa dos Patos. Uma caminhada até à escarpa permite apreciar de perto as cascatas e o cenário montado pela Natureza, que é um convite à contemplação e a um banho retemperador. O cinzento-escuro da rocha, o verde luxuriante da vegetação, o branco enérgico da espuma de água e o azul cristalino da poça, entrelaçam-se para compor uma visão prodigiosa.

Fonte: Portugal +

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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Salto do Cabrito - Ribeira Grande, Ilha de São Miguel, Açores (Portugal).

Queda de água com cerca de 50 metros situada num natural e aprazível local da Ribeira Grande. Um fio de água que se infiltra nos sulcos das rochas para desembocar num mar de espuma que se dilata numa pequena lagoa com águas translúcidas.


Fonte: Portugal +

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domingo, 10 de agosto de 2014

Reserva Natural da Lagoa do Fogo - Ilha de São Miguel, Açores (Portugal).

Situada na maravilhosa e verdejante Ilha de São Miguel, no encantador Arquipélago dos Açores, a Lagoa do Fogo é a segunda maior Lagoa da Ilha de São Miguel, e também a mais alta, classificada desde 1974 como Reserva Natural, tal o seu valor natural e paisagístico.


Ocupando cerca de 1360 hectares, na caldeira de um vulcão adormecido que se terá formado há cerca de 15.000 anos, dando forma ao grande maciço vulcânico da Serra de Água de Pau, a Lagoa do Fogo encanta pela sua beleza natural e dimensão fenomenal, chegando a atingir os 30 metros de profundidade.

Vale a pena conhecer as belezas paisagísticas e naturais desta maravilha natural e da sua caldeira, onde as paredes chegam a atingir desníveis de 300 metros. Existem para o efeito deslumbrantes passeios pedestres, como o Trilho "Lombadas Lagoa do Fogo", onde se pode melhor observar a interessante fauna e flora características deste fenómeno geológico.

Fonte: Portugal +

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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Plantação de "Camellia sinensis" da Gorreana – Ilha de São Miguel, Açores (Portugal).

A Fábrica de Chá Gorreana mantém a sua actividade, ininterruptamente, desde 1883 mantendo desde então as tradições originais do oriente e as qualidades ancestrais, há já 5 gerações familiares. Com extensas plantações que se avistam em redor do edifício sede, ali se produz chá preto (variedades Orange Pekoe, Broken Leaf e Pekoe) e verde (Hysson), de qualidade reconhecida.


Para além desta vertente, existe ainda uma outra, de carácter museológico, pois a fábrica continua a utilizar maquinaria do século XIX e inícios do século XX. Aqui também é possível provar as diversas variedades de chá.

A plantação tem 32 hectares e, actualmente, a produção anda à volta das 33 toneladas por ano (mas tem capacidade para 40). A maior fatia da produção destina-se ao consumo da Região, mas há ainda uma parcela para o Continente, para a Alemanha (o país da Europa onde o consumo de chá tem aumentado mais per capita), para os EUA e Canadá, e ainda para a Áustria.

Fonte: Portugal +

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Paisagem do Pico – Ilha do Pico, Açores (Portugal).

Os dois aspectos paisagísticos mais marcantes da ilha do Pico são a sua montanha majestosamente dominante de qualquer lado de onde seja vista, quer de grande parte da própria ilha, quer do Faial ou de São Jorge, quer ainda as extraordinárias vistas obtidas da montanha; e a existência de currais de vinha (ou vinha e figueira), com canadas e maroiços, em toda a zona baixa litoral da parte Ocidental do Pico, em apertada quadrícula de muretes de pedra seca negra, com enorme peso na história económica da ilha durante quase dois séculos, até meados do século XIX.



A costa do Pico é geralmente baixa, mormente no litoral Ocidental, nas Lajes e em Manhenha, com excepção de dois troços, a Norte e a Sul da ilha, onde se formam encostas muito íngremes a partir das margens do Planalto da Achada, em especial em Terra Alta e Pontas Negras/ Calhau Miúdo, onde surgem mesmo arribas alcantiladas de grande altura.

O clima do Pico não difere do das restantes ilhas, a não ser na menor humidade relativa do ar.
A quantidade de precipitação é bastante variável com a localização relativamente à montanha e com a altitude, sendo a costa Ocidental menos chuvosa e a costa Norte a que regista maiores quedas pluviométricas.

As ribeiras existentes na zona Oriental da ilha são pouco extensas e de regime torrencial, enquanto que na zona Ocidental, com solos muito porosos, não chegam a formar-se cursos de água, apesar das elevadas quedas pluviométricas verificadas na montanha. No extenso planalto central existe cerca de uma dezena de lagoas, geralmente rasas.

Salienta-se que, pela sua maior altitude, o Pico é a única ilha a apresentar vegetação própria acima dos 1100 metros, com elevado número de espécies da Laurissilva húmida e hiper-húmida.

Fonte: Portugal +